segunda-feira, 18 de junho de 2018

Concerto OSN Popular IV com Jaime Alem - Suíte Caboclinha - IV Movimento

Concerto OSN Popular IV com Jaime Alem - Suíte Caboclinha -

IV Movimento
Concerto da Orquestra Sinfônica da UFF, que aconteceu dia 30 de novembro de 2017 no Teatro da UFF.

Regente Rafael Barros Castro

Música
Suíte Caboclinha - IV Movimento
Meu Relicário
Caboclinha

Compositor
Jaime Alem

Voz
Nair Cândia
Jaime Alem

1º Violino

Ana de Oliveira (spalla)
Anderson Pequeno (spalla)
Tais Soares (spalla)
Holly Katz (concertino)
Carlos Weidt
Gisele Sampaio
Luiz Henrique Lima
Monique Cabral
Vera Kingkade

2º Violino

Yuri Reis (líder de naipe)
Luiz Felipe Ferreira (concertino)
Álvaro Teixeira
Aysllany Edifrance
Daniel Andrade
Deivison Branco
Elisa Pais
Juliana Fernandes
Keeyth Vianna
Priscila Araújo
Rubem de Oliveira
Sônia Nogueira

Viola

Daniel Prazeres (líder de naipe)
Diego da Silva (concertino)
Carlos Fernandes
Clara Santos
Fernando Thebaldi
Reneide Simões
Stoyan Gomide
Tina Werneck

Violoncelo

Diana Lacerda (líder de naipe)
Marcus Ribeiro (concertino)
Daniel Silva
Fábio de Oliveira
Gabriela Sepúlveda
Hudson Lima
Janaína Salles
Luciano Corrêa
Ronildo Alves

Contrabaixo

Raul d'Oliveira (líder de naipe)
Natália Terra (concertino)
Cláudio Alves
Damu Shiva
Gael Lhoumeau
Jorge Oscar
Lise Bastos

Flauta

Andrea Ernest (líder de naipe)
Helder Teixeira
Murilo Barquet

Oboé

Jeferson Nery (líder de naipe)
Moisés Maciel
Moisés Pena
Clarineta

Anderson Alves (líder de naipe)
Tiago Teixeira
Fagote

Marcos Campos (líder de naipe)
Cosme José Marques
Jeferson Souza

Trompa

Marco Vilas Boas (líder de naipe)
Dayanderson Dantas
Geraldo Alves
Waleska Beltrami

Trompete

Flávio Melo (líder de naipe)
Delton Braga
Elias Vicentino
Nelson Oliveira
Trombone

Sérgio de Jesus (líder de naipe)
Ezequiel Alexandre
Jorge Leite
Luiz Augusto Pereira
Tuba
Carlos Vega (líder de naipe)
Percussão
André Santos (líder de naipe)
Nirailton Nascimento
Paulo Bogado
Sergio Naidin
Karla Bach
Harpa
Vanja Ferreira (líder de naipe)

Piano/Acordeon
João Bittencourt

Percussão Popular
Reinaldo Vargas

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

Reitor
Sidney Luiz de Mattos Mello

Vice-Reitor
Antônio Cláudio da Nóbrega

CENTRO DE ARTES UFF

Superintendente
Leonardo Guelman

Assistente da Superintendência
Gisela Chinelli

Coordenadora de Música
Juliana Amaral

Chefe da Divisão de Música Sinfônica
Águeda Sano

Comissão Artística
Deivison Branco
Waleska Beltrami
Natália Terra

Produção

Laysa Santos
Simone Coelho
Solange Machado
Arquivista e Editor de Partituras

Glauco Martins Baptista
Bolsista de Arquivologia

Priscila Cezário

Montadores
Leonardo Pinheiro
Robson Santos

Iluminação
Raphael Grampola
Ricardo Lyra
Celma Ungaro

Sonorização

Álvaro Neiva
Frederico Pinto
Gelson Cardoso
Hilnete Vargas

Programação Visual
Felipe de Gouvêa

Créditos Unitevê

Câmera

Gabriel Respeita
Maria Eduarda Gambogi
Rafael Anhaia
Rafael Saar
Viviane Aragão

Produção
Ana Clara Gualda

Produção de Base
Marina Lopes
Ana Luiza Ribeiro

Direção

Rafael Saar
Edição
Aragão
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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Gian Correa - Lançamento do CD e DVD "Remistura 7 " no Sesc Pompeía



Gian CorreaLançamento do CD e DVD "Remistura 7 "Amanhã às 21:00 - 22:00
Sesc PompeiaRua Clélia, 93, 05042-000 São Paulo
Ingressos disponíveis www.sescsp.org.br



Detalhes Remistura 7 é o novo álbum do violonista 7 cordas Gian Correa, lançado em CD e DVD gravados em estúdio. Este disco é a continuação de um projeto que surgiu em 2013 com o álbum Mistura 7.

O violão de 7 cordas geralmente está associado aos regionais de choro com instrumentos como flauta, bandolim e cavaquinho, mas neste projeto é acompanhado por uma instrumentação inusitada com quarteto de saxofones e pandeiro.

Todas as composições e arranjos são de autoria de Gian Correa.

Dia: 01/10/2016
Horário: 21hrs (acesso ao público começas às 20h30)
Local: Teatro do SESC Pompeia - Rua Clélia, 93 - São Paulo, SP
Preços: R$ 20,00 Inteira l R$ 10,00 Meia l R$ 6,00 Comerciário

VENDAS ONLINE a partir do dia 20/09, às 17h30, neste link: http://bit.ly/2d8rT9k
VENDAS NAS UNIDADES a partir do dia 21/09, às 17h30

INGRESSOS LIMITADOS
Haverá venda do CD e do DVD no local do evento.





Gian Correa Facebook Page

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segunda-feira, 25 de abril de 2016

Fernando Faro deixou imenso legado de documentação histórica da MPB








Um voz inaudível ao fundo fazendo uma pergunta, um sorriso do entrevistado, uma pausa, uma música à capela para explicar, o som do eco no estúdio compondo a cena, a respiração nervosa ou aliviada do respondedor, close no rosto à moda do faroeste espaguete. O programa "Ensaio", de Fernando Faro, mostrou à TV que a gentileza, a paciência, a delicadeza, o conhecimento sem vaidade e a própria arte são também pertinentes à atividade jornalística, e assim ajudou a desvendar todo um universo afetivo da música popular brasileira.

O criador dessa fórmula de artesanato dentro da indústria, Fernando Faro, o Baixo, morreu na madrugada desta segunda (25) em São Paulo, aos 88 anos. Era um homem da mais tranquila integridade: funcionário da TV Cultura, uma vez escreveu um artigo chamando o recém-chegado novo presidente da emissora, João Sayad, de "cabeça de planilha", e nem assim foi demitido. Abandonou o curso de direito no terceiro ano da São Francisco (faculdade de direito da USP) para seguir o jornalismo. Na sua infância na TV, encenou Salinger e Beckett no programa "Móbile", que desafiou paradigmas e preconceitos para abrir caminho para uma linguagem nova.



Sua importância para a documentação histórica da MPB é imensa, uma documentação que reúne cerca de 800 entrevistas e passa de Herivelto Martins a DJ Dolores, de Paulinho da Viola a Edvaldo Santana, Filipe Catto e Céu. Seu programa de TV surgiu na TV Tupi em 1969, já como "Ensaio", depois migrou para a TV Cultura.

Baixo, sergipano de alma e gestos budistas, andava tão lentamente quanto falava. Seus olhos de um azul caramelado criavam instantânea cumplicidade com o interlocutor, e sabia tudo de música, o que tornava tudo mais fácil nos contatos com os artistas: eles não vinham para divulgar nada com Faro, eles vinham para entregar tudo.



Mas Fernando Faro era doce, só que não era Polyana. Colocava também os entrevistados na parede. Frente aos temíveis Racionais MC's, perguntou: "Vocês conhecem Wilson Batista?". Dois deles responderam: "É samba-rock? A gente conhece Jorge Ben, Bebeto, Luis Vagner". Ele forçava assim a convivência entre semelhantes de mundos diferentes, trazendo Cartola e Lecy Brandão para amantes do rock oitentista, e vice-versa. Preconizou uma unidade pelo afeto.

Fernando Faro produziu discos de Baden Powell e o entrevistou três vezes no seu programa. Produziu shows do Projeto Pixinguinha da Funarte. Chamava Cristina Buarque de Hollanda de "Cristininha". Chico Buarque levou Taiguara para ser entrevistado por ele de fusca. Penou quando pegou um monossilábico Milton Nascimento para entrevistar --Milton só respondia "é" ou "não", mas depois se soltou. Tim Maia chegou adiantado para a sua entrevista, quebrando um protocolo famoso. Dirigiu Aracy de Almeida, Vinicius e Toquinho, Eduardo Gudin.

Teve seus fracassos, como na gestão do Museu da Imagem e do Som, que não foi memorável. Passou por quase todas as emissoras de TV existentes, e angariou respeito em todas. Foi publicitário a contragosto, foi repórter de polícia e de Geral. "Teve uma vida produtiva e honrada, mudou o jeito de apresentar a música na TV, abriu espaço para novos talentos, construiu uma rede de amigos impressionante. Houve quem ignorasse seu papel e relevância, mas, a estes, só cabe algum espaço na lata de lixo da história", disse hoje o jornalista e cineasta Paulo Markun.

O inventário da relevância do acervo das intervenções de Faro na MPB ainda está por ser feito. Há uma história contada por seus protagonistas, sem máscaras ou truques, e isso é um legado inestimável. Ele declarou, em entrevista à "Folha de S.Paulo", em 2001, que sua ideia partia do diagnóstico de um campo de futebol numa transmissão pela TV (ele também amava o futebol). "Pegue uma imagem geral de um campo de futebol. Parece que são um bando de marionetes. Os caras não têm rosto, não têm nada. Então, pensei tudo que eu fizer será, no máximo, com plano americano. De resto, só closes. Havia também uma filosofia de chegar muito próximo à pessoa a ponto de ela não ser mais ela, ser uma voz, um depoimento. Além do mais, quando você assiste a um show, vê os olhos as mãos, a boca do artista. Segui isso ao extremo. A pessoa desaparece, fica só a história".
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domingo, 10 de abril de 2016

Seu Chopin me desculpe a ignorância, mas o senhor é brasileiro?



Por Luciano Hortencio

Sabe o que é, Seu Chopin?

É que tem tanto brasileiro dando show com suas composições, tanto como instrumentistas quanto como cantores, letristas, arranjadores e até em composições dedicadas ao senhor em tom bem amigável e camarada, que fico pensando que o senhor não é polonês não e sim brasileiro.

Pode ser que eu esteja redondamente enganado e o senhor não saiba nem onde fica o Brasil nem nada,porém ser brasileiro seria uma honra para o senhor e para qualquer pessoa desse mundo de meu Deus, pois afinal Ele, seguramente, é brasileiro.

De todo modo, receba um abracim do Luciano.






"Seu" Chopin, não vá ficarZangado e ressentido
Pela divertida união
Que fiz de sua inspiração
A três tempos de um chorinho meu -
"Seu" Chopin, não vá pensar Que estou me aproveitando
De seu nome e sua projeção Mas sua cooperação Valoriza esse chorinho meu!
Dizem que o próprio Liszt
Ao seu valor não se renegou,
Até a George Sand os pontos entregou
Por isso eu quero uma vez mais
Dizer que não é plágio
Essa divertida união
Que fiz de sua inspiração
Ao compasso dois por quatro
Leve e sincopado
Deste chorinho canção
"Seu Chopin, desculpe" de Johnny Alf- (Johnny Alf & Chico Buarque)


Waldir Azevedo - NOTURNO - Frédéric Chopin - ano de 1957





Edu da Gaita (Eduardo Nadruz) - VALSA DO MINUTO (Frédéric Chopin)

Blog do Luciano Hortencio
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terça-feira, 22 de março de 2016

Ceruto, o rei do mambo



Jorge-Ceruto


O maestro e trompetista cubano mistura jazz e samba aos ritmos da ilha
por Ana Ferraz —


Quando sobe ao palco e convoca a proteção dos orixás antes de incendiar a plateia com a força de seu trompete, ancorado nos ritmos daCuba dos tambores e da santeria combinados ao batuque brasileiro, Jorge Ceruto é um sacerdote a oficiar um rito sagrado.
Cresceu entre instrumentos deixados pela casa pelo pai e pelo avô, ambos maestros de uma orquestra formada por familiares, amigos e vizinhos de Guane, no Estado de Pinal del Rio, “uma aldeia de índios bem na pontinha do golfo do México”.
O compositor e arranjador de 44 anos que desde a infância ansiava por conhecer o Brasil saiu de Cuba aos 23 anos, num contrato de trabalho para o México. Foram quatro anos tocando numa discoteca em Cancun.
A chegada ao Brasil se deu por meio de um convite do Sesc, um contrato de cinco anos a exigir que o músico ficasse na ponte aérea, dadas as exigências de visto. Por artimanhas por ele atribuídas às energias movimentadas pela fé acabou por se estabelecer em definitivo no País.
Após anos tocando com Funk como Le Gusta, Jota Quest, Zeca Baleiro e outros tantos músicos partiu para o projeto solo Mambo que Sambo (ybmusic), cujo primeiro CD foi lançado em 2013. Prepara o segundo disco, duplo, 24 músicas autorais, a sair ainda neste semestre.
A seguir os principais trechos da entrevista que Jorge Ceruto concedeu a CartaCapital.
CartaCapital: Você teve uma infância musical em Cuba?
Jorge Ceruto: Meu pai, que morreu no ano passado, aos 72 anos, era maestro. Meu avô também. Essa história de música vem de família. Minha mãe trabalhava no teatro, todos os meus irmãos estudaram música, mas somente eu consegui me formar porque em Cuba o estudo é muito difícil. É difícil entrar e se manter, as disciplinas são muito puxadas e não existe repetir de ano, se não for bem sai fora. Às vezes você está bem em música, mas ruim em matemática.
Sempre fui estudioso. Me formei no Conservatorio Carlos Hidalgo, especialização em trompete e direção de bandas. Comecei com flauta e sax, que meu pai tocava e gostava. Com 2 ou 3 anos eu já brincava de tocar alguma coisa. Em casa era uma orquestra. A gente morava em frente do teatro, era só atravessar a rua. Nasci no Estado de Pinar del Rio, na cidade de Guane, uma aldeia de índios bem na pontinha do Golfo do México.
CC: Quando você deixa a ilha pela primeira vez?
JC: Saí de Cuba aos 23 anos em contrato de trabalho para o México, quatro anos numa discoteca de Cancun. Trabalhava de quarta a domingo, tocando trompete. Ainda criança, aos 6 anos, escolho o trompete. Em Cuba, para estudar música, se você não tiver vocação nem chega perto da escola. Os testes são rigorosos. Vi o trompete e gostei. É mais difícil que o sax, a vibração é diferente dos demais instrumentos de sopro. O som não está pronto, tem de ser produzido. E olha que eu fumo. Fui asmático crônico até os 9 anos. O trompete me curou.
CC: De onde vem sua conexão com o Brasil?
JC: Ainda na infância eu dizia a minha mãe que queria viajar para o Brasil. Minha história aqui foi especial. Quando aceitei o convite do Sesc, um contrato de cinco anos, tinha de ficar indo e vindo, pois não era permitido ficar fora da ilha por mais de seis meses. Então eu e os outros músicos ficávamos três ou quatro meses aqui e voltávamos para lá. Quando vínhamos, um representante do governo cubano retinha os passaportes.
Vínhamos em grupos. Em 1998 cheguei ao hotel e o porteiro me entregou um envelope com nossos passaportes. Ninguém entendeu. Eu e quatro amigos ligamos para o empresário e amigos, tínhamos um contrato a cumprir. Nos organizamos e ficamos. Decidi ficar mais um mês quando o governo brasileiro concedeu um documento autorizando a permanência. Foi incrível. Minha fé é forte, já nasci com ela. Com a santeria iorubá.
CC: Como se dá sua conexão com a fé?
JC: São os mesmos santos e a mesma língua do candomblé, mas os sons são diferentes. Tenho a trilogia dos tambores batá (iyá, o tambor grande, itótele, médio, e okónkolo, pequeno). Obatalá e Iemanjá são meus orixás. A energia da natureza envolve isso tudo.
CC: Como você define o som de seu projeto Mambo que Sambo?
JC: Trabalho com os ritmos, a mistura dos atabaques. Coloquei mambo no nome do projeto porque é a forma, a expressão popular que define esse mundo latino. Na realidade tudo vem da África, desse encontro de países de diferentes vertentes. Mesclo ritmos, trabalho que desenvolvo desde Cuba, porque já nasci tocando os tambores. A primeira experiência forte no Brasil se deu em Salvador, no Candeal, no gueto. Quando vi a timbalada, pensei, “nossa, estou no meio da África”, aí o coração bateu mesmo. Comecei a chegar perto dos percussionistas e hoje muitos deles trabalham comigo.
CC: No show você toca atabaques e trompete.
JC: Toco trompete, tambor, danço, canto, tudo. No começo o pessoal se assustava, mas agora todo mundo entende meu som. Eles me perguntavam onde estava o samba do título do projeto. Os ritmos são muitos também no Brasil, principalmente no Nordeste e no Norte. Tem gente que pensa que carimbó é cubano.
CC: Quais suas principais influências?
JC: Na verdade, juntamos tudo o que ouvimos, lugares onde passamos, gêneros musicais. Levamos conosco um pouco de tudo. E nessa mistura de duas Áfricas colocamos as influências americanas.
CC: Com quem você tocou no Brasil?
JC: Com o Funk como le Gusta fiquei quatro anos, com o Jota Quest, nove anos. Quando decidi ir para Salvador uma das primeiras pessoas com quem tive contato foi o maestro Letieres Leite e sua escola ligada à universidade. Fiz lá uma palestra sobre ritmos, o que define o gênero. Comecei a falar do samba tamanquinho, da Bahia. Eu trazia o ritmo Moçambique, que unido ao tamanquinho começou a dar em algo.
CC: Mambo que Sambo, a música, foi uma homenagem a João Donato.
JC: Compus quando estava com o Funk como le Gusta. E então o Donato me chamou para conversar. Quando nos encontramos, ficamos 72 horas falando de música.
CC: O primeiro CD saiu em 2013. Quando vem o segundo?
JC: Está para ser lançado. Será duplo, com 24 músicas autorais. Eu e a banda gravamos no Auditório Ibirapuera, em São Paulo, com 27 músicos no total. Mas nem sempre temos palco para isso. Hoje está mais difícil, muitos espaços estão fechando, não tem mais casa de show com palco. Os existentes são muito pequenos.
CC: Como é seu processo de composição?
JC: Componho quando a música me chama e isso pode acontecer em horários improváveis. Quando acontece, fico 24, 48 horas compondo. Escrevo para todos os instrumentos, às vezes no piano.
CC: Quais são os próximos projetos?
JC: Tenho ainda muito por fazer. Gostaria que esse intercâmbio de ritmos fosse colocado na escola. A música vai evoluir muito ainda, tanto aqui quanto em Cuba. Mas a evolução ocorrida até aqui mereceria uma revisão por parte dos críticos.
Em termos de projeto, tenho a Quarta Latina, no Centro Cultural do Butantã, transmitida pela rádio comunitária Cidadã FM para a região de Vila Leopoldina, Butantã e Jaguaré. A receptividade ao nosso som aumenta cada dia mais. É música sem fronteiras.
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